
Como lucrar negociando Soja?
Obra técnico-didática que mostra os verdadeiros caminhos para estudantes, agricultores e para aqueles que querem participar do novo Brasil, como a grande nação agrícola do futuro. Desmistifica e ensina com definições inéditas o comportamento dos preços de produtos agrícolas, baseados na experiência do autor com mais de 40 anos como negociador internacional do mercado de soja. Neste seu novo livro, o autor conduz seu leitor, através da narração de fatos verdadeiros, à China, o maior importador de soja do mundo. Assim permite a todos um conhecimento dos bastidores em torno de um negociador internacional nos momentos de maior destaque do mercado mundial da soja. Aliando definições técnicas e reflexões sobre a economia e o desenvolvimento dos mercados de consumo, revelando fórmulas de operações inéditas com soluções surpreendentes e criativas, o autor mostra como os preços das commodities agrícolas podem ser previsíveis e proporcionar grandes e rentáveis negócios. Conheça deste autor: Soja: Por que fizemos o negócio da China?, WS Editor, 2004.
Comentário sobre o Mercado
Depois de muitas discussões e dúvidas sobre a estimativas do Departamento de Agricultura Americano de área/produção agrícola, os dealers internacionais estão se convencendo que a situação de estoques mundiais, tanto de soja como de milho, permanecerão a níveis críticos, o que sugere preços ainda mais firmes do que estamos assistindo neste tempo. A capacidade de suprimento mundial está recém começando com a safra americana em desenvolvimento e ainda, precisaremos que a America do Sul ofereça safras de soja recordes para que haja um equilibrio mínimo entre a oferta total e a forte demanda mundial. O mercado continua volátil por conta da situação economica da Europa (PIGS); conquanto os Estados Unidos também enfrenta dificuldades de atender os compromissões economicos, por ter já esgotado a capacidade de endivamento do seu orçamento. Historicamente, sempre que houve problemas financeiro em países importantes, investidores derivaram seus fluxos de capital para as commodities em geral, principalmente ouro, petróleo e as agrícolas. Portanto, não seria nenhuma surpresa, se víssemos uma nova convergência de investidores para os mercados agrícolas.
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